Todos sabemos que eles chegaram depois do nascimento e com presentes, uma certa atitude suspeita, daí o surgimento de algumas teses sobre os mesmos. Uma corrente de historiadores acreditam piamente que o que ocorreu na verdade foram os próximos fatos agora narrados.
A história verdadeira foi a seguinte: os três eram muito amigos e contavam tudo um para o outro, e ambos conheciam Maria, aliás a conheciam muito bem e assim após ficarem sabendo que ela estava grávida todos entraram em pânico (já que todos a conheciam bem) e foram à Taverna do Moi, que era um lugar legal ali entre o mar vermelho e o Egito, apesar de certas regras do local, na verdade 10 delas sobre como se comportar num bar, entre elas: “ não vomitarás ”, “ embebedai o próximo como a si mesmo ”, " adorar o garçom e dar gorjeta sobre todas as coisas" entre outras, para tomar uma ou outra depois dessa notícia espantosa. Bom sabe como é um hidromel aqui, um pinga do Egito ali e todos perderam a noção de hora e também de senso, após muitas rodadas e algumas mágicas com baralho (daí Três Reis Magos) lembraram da hora e a curiosidade para ver o rosto do menino também.
Pô, sabe como é você vai chegar atrasado e bêbado pra festa precisa de alguma coisa para desvia a atenção. Lógico pensaram os três sábio, "Vamos comprar um presente" .E isso que fizeram. Correram pra uma loja 24 hrs que tinha no caminho, A Judas, uma loja legal tudo mais barato, porém tudo sem nota fiscal também. Estavam prontos, um tanto quanto bêbados ainda, mas prontos.
Chegaram ao local do nascimento, realmente o menino já tinha nascido e parecia, bem enfim quando se nasce todo bebê se parece com joelho, mas aquele joelho não era estranho a eles. Fizeram um social, trocaram uma idéia com as cabras, algo não tão profundo, foi mais ou menos:
- Mééé
- Méé méé
- Méé
Mandaram mais umas mágicas com o baralho e se mandaram, antes que alguém pedisse teste de DNA ou algo do gênero. Ou você acha que alguém engravida do nada, essa história que veio uma luz e não sei o que? Você não acredita, então me explica como ninguém nunca mais ouviu falar dos tais reis magos, que também ninguém sabia onde moravam. Bom alguns curiosos e especuladores especulam que os três abriram um show de mágica na Ásia, outros que foram para Alemanha para o nascimento de um menino também e outros ainda dizem que os três criaram um blog para contar suas histórias, bom quem souber o paradeiro deles por favor não se acanhe em dizer.
Sayonaraaa
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Sobre os 3 Reis Magos
Postado por Vinícius Campos às 05:41 0 comentários
Marcadores: Teorias
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Mundo Livre S/A - Carnaval na Obra 1998
Com influências desde Jorge Ben ao punk, o cd Carnaval na Obra traz sambas misturados a efeitos progressivos, uma bateria fenomenal e letras irônicas e sarcásticas além de um cavaquinho infernal.
Banda
Fred Zero Quatro – cavaquinho, guitarra e voz
Fábio Malandragem – baixo
“Chefe” Tony Regalia – bateria
Bactéria Maresia – teclados e guitarraMarcelo Pianinho (substituindo Otto) – percussão
1. Alice Williams
2. Édipo, o homem que virou veiculo
3. Bolo de ameixa
4. A expressão exata
5. Carnaval na obra
6. Quem tem bit tem tudo
7. Meu quinto elemtno
8. Quarta parede
9. Ultrapassado
10. O Africano e o ariano
11. Negócio do Brasil
12. Maroca
13. Novos Eldorados
14. Compromisso de morte
Postado por Vinícius Campos às 06:27 0 comentários
Marcadores: Música
Viciado, maconheiro e sem-vergonha
É comum abrir um jornal aqui de Franca e deparar, especialmente na página principal, na manchete, com notícias escambrosas, violentas, repudiosas, enfim, que banhadas de sangue. Na verdade, esse post não tem a finalidade de discutir a questão da violência generalizada, e sim analisar e criticar, sob o meu ponto de vista, a atitude de que alguns repórteres abordam usuários de drogas.

Postado por Luiz Henrique Brandão às 06:16 0 comentários
Marcadores: Histórias
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Modismo: a doença do século
Emo, Funk, Ravers. O que esses nomes têm em comum?
Além de você provavelmente já ter ouvido falar de todos, cada um se refere à febre que assola qualquer cidade brasileira - modestamente falando. Os emos? São aqueles pseudosofredoresquesofremdebixisseaguda, que vivem em shopping, nas esquinas, em cima da árvore, no esgoto, nas raves, nos bailes funks, nos shows sertanejos e até em sua própria casa, se bobear. Na verdade são meninos/meninas vestidos iguais a meninos-meninas, maquiados até nas partes íntimas, se bobear, que adoram, idolatram, apaixonados por um tal de som emocore (quase um punk que puxa mais para o lado gay da coisa). Sim, qualquer um sabe do que estou falando.
Funk: Ahh, ritmo raíz brasileiro, mais especificamente da periferia (carioca ou não). Nas festas funks, rola de tudo: sexo explícito, minas-manos, manos-maismanosainda e até gente da elite. O som detonou alguns anos atrás e a febre se generalizou. Escutar um batidão na rádio hoje, não é difícil. Letras pervertidas, com palavras de baixo calão e/ou apologia ao crime fazem a galera quebrar tudo...tudo mesmo!
Ravers: Aqueles metidosaosmaisloucosdouniversoparalelo que não perdem uma rave, uma festa de aniversário que tenha música eletrônica, ou até mesmo casamento que tenha um DJ renomado em sua festa- tipo Djfilhadoprefeito, Dj Renatinho, enfim, prometo um posto só sobre isso. Gostam de doces e balas, além de farinha, massa, álcool. São os doidões da bala Chita. Ultimamente, é possível encontrar os FritoXXX, FriteXXX até em festas sertanejas - desde que o final do evento seja marcado por música eletrônica.
Duvido que ninguém nunca tenha ao menos passado ao lado de um dessas quatro tribos. Eles estão por todos os cantos, a toda hora.
A sociedade é tão esdrúxula que valoriza aquilo comum, que todo mundo resolveu se tornar adepto. É tipo assim: "porra velho, a rave X tá pegando. Vamo cola lá. Todo mundo fala que é bem da hora, vale a pena. Vou começar a ir em todas a partir de agora". E é a partir daquele momento que o modismo começa - até que o tempo leva embora e não sobra nada - ou não.
E não é só na música que o modismo afeta. Tudo ao seu redor, na verdade, é fator determinante para um produto se tornar ele mesmo num shopping. Digam uma coisa: alguém aí já viu mais de três jovens dando um rolê e azarando as meninhas pela cidade - cada um em um carro diferente? Aposto que a resposta é não! E num Golf? Num A3? Ou então Chevette, Monza, Astra? Aí a história muda.
É certo que as pessoas mudam com o tempo, e não condeno isso por ser natural. Agora mudar apenas para se adequar aquilo que todo mundo gosta e quer ver, é hipocrisia, falta de personalidade.
Portanto, conforme diz a Pitty, "seja você, mesmo que seja estranho" (é claro que essa música foi ironicamente citada aqui).
Sem mais!
Postado por Luiz Henrique Brandão às 06:54 3 comentários
Marcadores: Teorias
Johnny Be Good
Johnny era um cara que queria ser legal, cool, despojado, ou seja, queria viver sem fronteiras. Acordou um dia e decidiu que não seria assim nenhuma Brastemp mas pelo menos iria se conectar com as pessoas.
Tomou um pouco de energia que da gosto e calçando seus sapatos sentiu que nada era impossivel. Ele tinha um plano iria se transformar, virar alguém alternativo, já que sabia que essa tribo não ligava muito para o que se usava. Pensou em ler algum livro, assistir algum filme considerado cult, mas não tinha muito tempo para isso, porque você sabe a vida é agora, entrou na internet acessou o wikipédia e leu tudo que podia sobre coisas que normalmente não se lia.
Estava pronto, já possuia toda teoria que algum tempo na internet possibilitava, só faltava achar seu alvo, logo precisava descobrir por onde andavam. E saiu procurando, pondo a mão na massa, porque se sujar faz bem. Achou um buteco de esquina onde havia uma amostra do que queria.
Ele desceu, foi ao balcão e pediu o mesmo que todos, ficou na mesma posição que todos, e até tentou falar e beber o mesmo que todos.
(os fatos a seguir não são 100% confiáveis, já que nada é 100% confiável após 6 Antarticas, 5 Mallboro's e uma 51)
Estava pronto para agir, viu um grupo em potencial, pensou consigo mesmo just do it. Chegou mandou um " e aees galera" , o primeiro o olhou com dúvida, o segundo tentou responder e o terceiro estava olhando a morena que passava. Logo percebeu que todos possuíam alguma coisa semelhante a ele mesmo. Não conseguia definir direito o que era, logo percebeu que todos estavam se corrigindo quando falavam algo diferente do ambiente em que estavam. Logo percebeu que todos ali eram iguais a ele, queriam inserção, todos sentiam falta de alguma coisa, algo da infância, algo que tinha a ver com despretensão, algo que ficou perdido no tempo.
É ele pensou consigo mesmo que estava no lugar errado, não era ali o que estava procurando, vai ver não era em lugar algum o que estava procurando, na verdade nem sabia mais o que estava procurando, desistiu saiu passou num drive thru, após arrancar um muda de pequenas árvores com seu carro, e pediu seu lanche, e pensou consigo mesmo amo muito tudo isso.
Moral da história: legítima só havaianas
Postado por Vinícius Campos às 06:19 2 comentários
Marcadores: Histórias
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Couvert artístico: cobrança justa?
Aproveitando a oportunidade que me foi aberta, ao acaso, proveniente do post anterior, em que um parágrafo aborda sobre a cobrança dos 10% pelo serviço prestado por garçons de bares e restaurantes, pretendo aqui deixar minha indignação acerca da cobrança de couvert artístico.
Não venho aqui desmerecer nenhum músico, banda ou qualquer outro tipo de atividade artística, afinal, reconheço isso como trabalho e sei que muitos vivem apenas da música. Mas, por outro lado, por que todos, sem exceção, devem pagar por aquilo que não faz questão de ver?
Particularmente, acho um abuso bares e restaurantes cobrarem um valor e, muitas vezes, seus donos se apoderarem de grande parte do cifrão que, teoricamente, deveria ser revertido para os próprios músicos.
Não, não é essa minha principal indignação, afinal, bandas sabem que o sistema é assim: vocês tocam, eu ganho e vocês ficam com uma parte. Apenas uma parte. Mas sim o fato de eu não gostar - pra ser sincero odiar - de ouvir bandas e cantores tocarem músicas que poderia muito bem ser sintonizada em uma rádio (ok, sei que a grande maioria ainda prefere ouvir os velhos e covers). Seria mais justo, ao meu ver, providenciar um som e um cd e botar o som pra rolar. Pronto, o ambiente tem música, você está com seus amigos, o atendimento é indiferente. Pronto, o que mais é preciso?
Sei que não sou o único, apesar de ter ciência que talvez seja uma raridade, em não gostar dessa atitude. Mas porquê todo mundo é obrigado a pagar?
Digo obrigado, pois, de acordo com o site Consultor Jurídico: Com relação ao denominado "couvert artístico", este só pode ser cobrado do cliente quando houver a combinação de 3 fatores: 1) Oferecimento de show ou música ao vivo; 2) A informação antecipada sobre o valor cobrado; e 3) A existência de contrato de trabalho entre o(s) artista(s) e o estabelecimento.
Claro que no Brasil, este tipo de lei passa desperciba por muita gente, e ninguém corre atrás do seu direito. Mas tenho certeza de que você já saiu à noite e, de repente, só ao pagar a conta você percebeu que tinha uma taxa a mais.
Sou a favor do couvert artístico opcional: paga quem quer. Ou, talvez, que seja cobrado de outra forma. Por exemplo, o próprio bar opta por aumentar, em uma pequena quantia, o valor de alguns produtos - cerveja, petiscos e tudo o mais. Esse aumento, sim, deveria ser revertido para os músicos.
Agora, se quero pagar pra ver alguém tocar, prefiro pagar um show. E continuo dizendo não às bandas covers; ao couvert artístico; e às rodinhas de violã!.
Postado por Luiz Henrique Brandão às 12:02 14 comentários
Marcadores: Histórias
Neologismo Pós-Contemporâneo Avançado
O “se pah” , o “se pah” é uma expressão composta da junção da conjunção “se” (talvez, quem sabe, vo pensa, te dou um toque qualquer coisa) com o “pah” (onomatopéia que pode expressar surpresa, afirmação), logo somando-se vemos o nascimento de uma expressão misteriosa, que alguns estudiosos do assunto acreditam tender para o sim, outros seguidores de outra linha ideológica já afirmam tender para o “não quero falar que sim e me comprometer de chegar na hora e nem falar que não e correr o risco de não achar outra compania” , mas como tudo na vida tem seu contexto (embora eu acredite fielmente que 10% para garçom não se insira em nenhum contexto), o “se pah” também pode depender de um contexto, vamos aos exemplos:
Estava o baixinho na rua sentado triste, quando chega um negão 3 por 4, pega ele pelo braço e estupra o coitado. Depois do ato, o baixinho choramingando disse pro negão:- Pô, cara! Olha o que você fez comigo, estourou todo meu rabo, como eu vou ficar perante os meus colegas?O negão ficou com dó do baixinho e disse:- Me desculpe. Já sei. Quando voce me ver na rua pode falar que foi você quem me comeu.- Jura?- Pode sim!Depois de algum tempo o baixinho estava com um colega na rua e do outro lado da rua avistou o negão e disse:- Aí Paulo! Tá vendo aquele negão lá do outro lado da rua??- To sim.- Eu já comi ele!Paulo responde:- Se pah eu também!
É realmente não foi um bom exemplo, mas é uma ótima piada. Logo você que vive num mundo de dúvidas e incertezas, de constante mudança, você essa metamorfose ambulante entre também para esse grupo distinto dos usadores do sepahnês. Bom se pah sai outro texto em breve.
Sayoonara
Postado por Vinícius Campos às 11:34 4 comentários
Marcadores: Teorias
