Jóias de Hebe somem da casa da apresentadora
E milhões de Reais somem, todos os meses, das casas dos trabalhadores e vão parar no bolso de políticos ignóbeis. Ah, mas isso ninguém vê!
Fico indignado com esse tipo de importância que a mídia dá aos 'socialmente' mais elevados.
terça-feira, 13 de maio de 2008
Indignação
Postado por Luiz Henrique Brandão às 07:44 0 comentários
Marcadores: Teorias
Woody e Oscar no bar.
- Acho que nós dois na verdade nos deixamos levar por ela. Veja meu caso eu mesmo vivendo numa época mais antiga, portanto mais antiquada não deixei de aproveitar os prazeres que me contemplavam, mesmo você fez o que fez. Pois penso que um desejo não realizado, uma vontade não rendida envenena a alma. A ação purifica e nos livra da tentação e o que sobra são lembranças volúveis ou remorsos mórbidos.
- Mesmo como Sartre e seu existencialismo ateu afirma que estamos condenados a ela, sugere também que enquanto não nos transcendermos não a abandonaremos, já que por a existência vir antes da essência, ou seja, diferente dos objetos “em-si” que já e só possuem uma essência o homem seria o “para-si” por não acreditar em Deus e por poder fazer o que quer o homem só descobre o que é depois que foi, devido a nossa constante mudança, então nunca saberemos ou mesmo se quer teremos um limite já que este só se faz após que foi cruzado. Mas não se pode pensar de maneira particular e também esquecer da sorte. A sorte é desprezada pelo homem porque este tem medo de descobrir que uma parte da sua vida não esta na suas mãos.
- Eu penso muitas vezes que isso te leva a rejuvenescer, pois nos tornamos velhos e não cometemos os erros de antes, tentamos diminuir ao máximo a porcentagem de sorte. Um amigo, Lorde Henry no caso, uma vez me disse que para rejuvenescer você deve se lembrar de todos os erros e burrices que fez quando era jovem e repiti-los. Mas a juventude física essa sim esta fadada ao pontual tempo, e por isso só na hora exata em que ela passa que vemos como ela é profunda e é inteligente por si só, uma máxima.
- Sinceramente eu sou contrário as máximas, não por achar que elas não existam, mas porque existem e são muito entediantes, já que algo imutável é algo parado, morto, portanto chato. Mesmo a arte plástica que busca a beleza foge dessa morbidez e procura algo que flua, que adquira mais de um sentido e que com o tempo mesmo que fique eterno aquele momento também possa ser encarado de outra e nova forma por alguém que nada tem a ver com aquele quadro ou situação. Gosto mais de reinventar, reinventar e descobrir novas facetas da máxima e ver que esta mesmo sendo concreta por um lado, esconde atrás dela varias outras probabilidades.
- Sinceramente acho que a única máxima que temos aqui hoje é a máxima etílica, por favor Woody pede a conta pro garçom ai vai e paga que eu já passei da conta.
Postado por Vinícius Campos às 06:08 0 comentários
Marcadores: Diálogos
CLASSIC
Ae galerinha, tava lendo uns blogs hj e achei um post muito interessante, falando de jogos que usam publicidade, o que é muito natural já que a industria de games já é maior do que a de cinema. Vi um link num blog de um jogo claaaaaaaaaaassico chamado Yo!Noid , foi um dos primeiros que enfurnei pra termina, nos bons tempos do nintendinho, quando a maior preocupação era justamente derrotar os inimigos do game, top. Bom, segue o link ai pra jogar essa maravilha ONLINE, muito útil para alguns amigos meus que não tem muito o que fazer no trampo.
Yo! Noid <--- clica aqui, burro
Postado por Marketing às 05:32 1 comentários
segunda-feira, 5 de maio de 2008
texto publicado na íntegra aqui em 16 de fevereiro
Caros Senhores Deputados, Senadores, Governadores, Presidente e demais autoridades,
semana passada aconteceu algo em minha região fora do comum para quem vive num lugar relativamente calmo. A notícia ganhou repercussão nacional e parou nas páginas, telas e sites dos maiores veículos de comunicação do país.As imagens vieram para complementar a barbárie do fato, e vocês, ou no mínimo algum de vocês, certamente assistiram ao ocorrido, tenho certeza.
Um jovem conterrâneo de 19 anos, após se divertir em seu próprio trote universitário - fase marcada por festas, alegria e descontração mas, que, convenhamos, algumas vezes fogem à regra e deixam cicatrizes desastrosas - em Ribeirão Preto, acabou atravessando uma avenida movimenta e atropelou um frentista.
Até aí, tudo bem, as consequências seriam pouco mais amenas caso se tratasse de um acidente. Não fosse pela insistência de Caio Meneghetti em fugir, do modo mais macabro que seja, de sua ação, o caso seria apenas mais um nas estatísticas da combinação entre bebidas, drogas e direção - que, diga-se de passagem, já estamos acostumados com isso por aqui.
Caros governantes da nação tupiniquim, este mesmo estudante, não contente em deixar um cidadão atropelado no chão de seu local de trabalho, tentou empreender fuga, mesmo que isso implicasse em passar por cima de quem estivesse em sua frente, caído. Pois bem, não fosse por um outro veículo que estava abastecendo no local, o destino do trabalhador seria outro. Sua sorte foi que o jovem colidiu seu veículo na lateral do outro, o que o impossibilitou de sair do lugar. O frentista sofreu traumatismo craniano e queimaduras de segundo grau, provenientes, creio eu, da fricção entre a borracha do pneu e sua pele, afinal, o único movimento das rodas era girar, girar, girar. Sim, girar em cima do pobre coitado. Felizmente, Caio não conseguiu passar com as quatro rodas por cima do pobre trabalhador que, à propósito, estava no fim de seu dia de expediente.
Não bastasse tudo isso, ainda foram encontrados no interior do Vectra do estudante, seis frascos de lança-perfume, ou, em outras palavras, desodorizador de ar, muito usado na Argentina e Paraguai. Um deles, vazio!
O ódio e a desaprovação do acidente foi geral. Muitos se manifestaram por todo o Brasil. A indignação foi tanta, que até parentes de Caio foram vítimas de insultos e provocações.
De acordo com a polícia, o fato por si só seria suficiente para colocar o protagonista atrás das grades. Mas não foi bem isso que aconteceu, caros Senhores, e vocês sabem muito bem disso. Caio continua solto à espera da má vontade do sistema judicial falido que temos no Brasil. Claro, seria irônico ter de explicar à vocês o porque de tal afirmação, afinal quando se trata de política, a justiça é cega.
No entanto, grande parte da indignação se deve exatamente ao fato de, mesmo com tantas provas (segue o vídeo abaixo para entenderem o que estou falando), ele continua por aí, numa boa, enquanto outros que cometem crimes menos graves, se é que posso dizer assim, são tratados como marginais.
Porquê, caros governantes? Porquê essa indiferença em relação ao perigo de uma pessoa que, para sua salvação, seria capaz de passar de carro por cima de um inocente? Porquê pessoas que roubam para a própria sobrevivência entopem as cadeias enquanto a classe média desfruta da liberdade que até mesmo os atos ilícitos a proporcionam?
Ah, quanta bobagem isso. Estou perdendo meu tempo pedindo explicação para quem viu o mensalão, mas continua rindo da cara do povo; de quem faz compras pessoais com o dinheiro do povo através de cartões usados para fins sociais, creio eu; de quem sorri e promete milagres no dia da eleição, para ganhar votos e mais votos.
Se status social e dinheiro é capaz de livrar um cidadão, então vamos todos roubar. Mas roubar muito. Assim, ficamos ricos, famosos e escapamos da prisão. E, a partir daí, estaremos assinando nossa declaração de liberdade, pelo menos da prisão.
Mas saibam: pessoas dignas e sérias pagam. Pagam com a consciência que jamais será amenizada pelo tempo e pelas atitudes. Muito obrigado pela atenção. Isso era tudo que precisava.
Mais um brasileiro indignado
Postado por Luiz Henrique Brandão às 06:31 0 comentários
Marcadores: Histórias
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Números não-absolutos
Postado por Vinícius Campos às 09:12 0 comentários
Marcadores: Livros
